Aposentando seu apito de juiz e mais 9 Segredos para resolver as brigas entre irmãos

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Se há muita rivalidade entre seus filhos em sua casa, estas 10 dicas podem ajudar a restaurar a harmonia entre eles.
1. Dedique um tempo para Seus Filhos
Você mal atendeu o telefone ou começou uma conversa com seu esposo, quando um desentendimento começa na sala. Isto pode parecer apenas uma discussão entre irmãos, mas é provável que seu filho esta tentando chamar sua atenção. A melhor maneira de reduzir a rivalidade entre irmãos é garantir que seus filhos tenham um tempo recreativo com você, eles precisam ficar cara a cara com você, um tempo só para eles. É tão simples basta passar de 10 a 15 minutos por dia com cada criança, fazendo uma atividade que eles gostem. Quando as crianças recebem a atenção positiva que precisam, eles são menos propensos a procurá-la de forma negativa.
2. Nada de rótulos.
Quando damos rótulos aos nossos filhos, referindo-se a eles como “o tímido” ou “meu Atleta”, por exemplo, estaremos alimentando a concorrência entre nossos filhos. Saber que a mãe chama a irmã mais nova “a selvagem” pode fazer o irmão mais velho se sentir superior, e como ele deve ser o filho mais comportado. Da mesma forma, se o pai refere-se a filho mais novo como “meu aluno mais inteligente”, o maior pode se sentir menos importante se tira uma nota mais baixa na escola. Reconheça que seus filhos são únicos e evite compará-los.
3. reconheça os sentimentos.
Tente entender como a criança se sente quando está no meio de uma briga entre irmãos, e ajudá-los a reconhecer essas emoções e como lidar com elas. Em momentos de calmaria, fale sobre o ciúme, raiva e ressentimento e lhes dar dicas de como lidar com esses sentimentos. Incentive as crianças a começar suas frases com “Eu sinto”, ao invés de colocar culpa. Tente as mais construtivas maneiras de lidar com disputas típicas de crianças. Deixe-os saber que ter esses sentimentos é bom, mas como eles reagem a eles pode não ser.
4. Como Lidar com as fofocas.
Em um momento de calmaria, falar com seus filhos sobre a diferença entre a conversa — quando alguém esta em apuros — e informar, um adulto que alguém está ferido ou em perigo. Então deixe-os saber que você não responde a fofocas, mas você quer saber se alguém precisa de ajuda. Se seu filho vem para você com um fofoca, pergunte se ele está tentando colocar seu irmão em problemas ou se ele está tentando ajudá-lo. Se ele quer ajudar, você pode debater maneiras com ele sobre como ele pode resolver o problema para ajudar a seu irmão.
5. Desligue o apito de juiz.
Quando os pais intervém para terminar um confronto de irmãos, fazem isso achando que vai parar a disputa. Mas quando um pai chega e governa em favor de uma criança, ele cria um vencedor e um perdedor, alimentando as chamas de rivalidade entre irmãos. Evite escolher lados e ser um mediador em vez de juiz. Ajude as crianças a encontrarem sua própria solução que ambos os lados se sintam bem. Isto os ensinará a resolver os conflitos não só com seus irmãos, nos dias e semanas que virão, mas nas relações pessoais e profissionais futuras.
6. a vida não é justa.
“Ele tem mais leite do que eu.” “Mas ela não tem que lavar a roupa.” Não responda a queixas infantis sobre justiça. Quando você responde com “Bem, você tem mais cenouras” ou “Sim, mas ela tem que descarregar a máquina de lavar louça” ou mesmo “Bem, a vida não é justa,” você está dando a estes atenção a suas discussões, que só vai gerar mais queixas no futuro. Ignore estas declarações “, mas ele tem…” deixe seus filhos saberem que não adianta ficar queixando-se sobre o que é justo ou não.
7. sugira soluções.
Quando crianças começam com um argumento ele-disse, ela disse, evite a tentação de declarar um culpado e atribuir culpas. Em vez disso, incentive seus filhos a se concentrarem em encontrar juntos uma solução para o problema. Quando você ouvir, “Rafael chutou a bola de futebol para longe de mim”, ou “Miguel está sentado no meu lugar,” responda, “não estou interessado em quem fez o quê. Só estou interessado em resolver o problema. Que ideias vocês têm para resolver este problema?” Não somente seus filhos estarão melhores preparados para lidar com o próximos número de conflitos com seus irmãos, mas, também estarão mais focados em resolver os problemas que encontrarão no futuro.
8. incentive a partilha voluntária.
Miguel está de olho no caminhão de bombeiros que Rafael brincou por toda a manhã, e ele não pode esperar mais, então ele tenta pegar a força o caminhão força, e o Rafael não cede. Se você ceder a birra do Miguel e pedir para Rafael abrir mão do caminhão, você está dizendo para Miguel que ele pode conseguir o que quiser, fazendo uso da força, e Rafael provavelmente não vai querer compartilhar seus brinquedos com o irmão no futuro. Quando a coisa ficar feia, tente agir com indiferença e não se perturbar. Tente usar a empatia dizendo: “eu sei que é difícil esperar. Que tal perguntar ao Rafael se você pode brincar com o caminhão de bombeiros, quando ele terminar?” Ao longo do tempo, as crianças vão se acostumar a pedir quando o outro tiver terminado de brincar, e eles vão ser menos possessivos e mais disposto a compartilhar.
9. use a lista de espera.
Ajude as crianças a aprenderem a se revezar usando uma lista de espera. Se quer mesmo dar uma volta no triciclo, mas o outro ainda esta a usá-lo, sugira colocar seu nome na lista de espera. Tão logo um termine de brincar, o triciclo vai para o próximo nome da lista. Isso funciona bem para festa de famílias ou festas de aniversário.
10. todos no mesmo barco.
Se as crianças chegaram a um acordo qual jogo irão eles vão jogar no vídeo-game e se recusam a encontrar uma solução, coloque “todos no mesmo barco”. Isso significa que todos sofrerão a mesma consequência se não houver nenhum acordo,por exemplo, as brincadeiras de vídeo-game estão suspensos pelo resto do dia. As crianças têm mais a ganhar se entrarem em acordo que continuar com a briga, então eles estão propensos a acabar com a rivalidade. No entanto, tentar evitar usar está estratégia imediatamente, incentive-os a encontrar uma solução primeiro.
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